sábado, 30 de setembro de 2017

                  (AMOR À PRIMEIRA VISTA)

Para você,  com  meu carinho.                         
Eu nunca imaginei que seria você a pessoa que tanto esperei em minha vida. Uma pessoa que encontrei em um site de relacionamento que eu tanto tenho medo. Destacou-se de imediato!Teria você as chaves do meu coração a partir daquele momento? Tornar-se-ia tão importante para mim, e, poderíamos viver coisas bonitas um ao lado do outro e, você faria parte da minha história de vida? As coisas aconteceram tão repentinamente! E. ,quando me dei conta, estávamos envolvidos. Sou carente de afeto e, de amor. Percebe-se logo não é?
Você eu escolhi, mesmo que inconscientemente, como o motivo dos muitos e muitos sorrisos e dos sonhos que teria em minha vida. Sonhei muito com você, sem mesmo tê-lo visto ou conhecido. Já o esperava! Quando o vi, senti: é ele. E mais: quando o vi de bem de perto, pensei ele é maduro. Não é um garoto!  Eu queria você!E você fingiu não perceber. Conversou muito. Ou melhor me ouviu muito. Eu estava carente de contato com um homem. Ali me ganhou. Ganhou mesmo!Já era previsível: a gente daria muito, certo. Era certo que você me mostraria como pode ser bonito deixar florescer os melhores sentimentos dentro da gente.
 Descobri e senti muitas coisas que jamais havia sentido. Senti do que é feita uma relação de verdade, com companheirismo, admiração mútua, sinceridade e todas as coisas que os poetas declamam. Foi bom desde o princípio – e só melhorará. Já era tempo de começar a enxergar o amor com outros olhos!Entender que ele tratava de todas as verdades da vida. Encarar isso como uma realidade a ser vivida e me permitir aproveitá-la de braços abertos. Sem medos! Fugira muito,quando já era tempo de abrir as portas, para algo tão bonito, se, compartilhado, com alguém que me complementaria, e, me faria ver como todos os momentos podem ser lindos se forem tão naturais, espontâneos.  Esperei. E. Você chegou. Aquele homem seria meu! Nunca tive alguém no mundo como par!  Sempre batia de frente à parede, dos meus medos e preconceitos, achando que não tinha vocação para ser a outra metade da laranja de alguém, uma vez que a vida havia me tirado as muitas possibilidades.
     Conversamos muito. Aliás, eu sempre falo mais. Falei muito. Quase foi monólogo. Fiz catarse. Ficamos horas. Ficaria noites a fio.  Pena! Mas tínhamos que nos separar.       Tive medo de não encontrá-lo mais. Será que o perderei? Por que este medo da perda me persegue? Você era tudo o que eu imaginara, idealizara e, sonhara. Calmo,tranquilo... Alegre... tudo aquilo que eu buscara e... , queria. Real, e, como eu sempre esperara, de forma autêntica e genuína. Pensava que havia guardado nas gavetas mais escondidas dos meus pensamentos, atitudes e sentimentos tudo aquilo que reprimira durante uma vida.Enganei-me. O sentimento aflora com voracidade. No sentido mais bonito da expressão, como quem acaba de escrever este texto e, corre para o aconchego de um abraço apertado! Com risos e carinhos eu o recebo em minha vida, você meu querido José, que, chega sorrateiramente! Dúvidas... Como será esse relacionamento? E, tão distante! A internet não suporta tamanha curiosidade. Queríamos um ao outro! Como? Eu não tenho a tal da experiência tão procurada pelos homens! Contei-lhe muito do que vivi. E, que não conto para ninguém. Mas, você é especial. Mergulhei. Peço a Deus que tome conta de nós. Sempre estarei lhe esperando.  Não posso deixar de estar com você!  Dei-lhe a chave do meu coração. E, quando abro o PC  para postar um texto para vc,e, o encontro. Que felicidade! Que Deus nos abençoe! É o amor que chega.

                         




quinta-feira, 28 de setembro de 2017

VONTADE NÃO É DESEJO

     A maioria de nós não tem por hábito a reflexão, exceto pelas necessidades comuns do cotidiano. Não distinguimos o desejo da vontade, e isso é um grande problema. Sem refletir, agimos por impulso e não percebemos que ele  é resultado  do que sentimos.Se, não refletimos o que sentimos, certamente agimos pela emoção.
 Eis aí a resposta :  -vontade: agir de acordo com a reflexão racional;   
                                -desejo: agir por impulso apenas.
   Kant, ilustre filósofo da era moderna,em seu  livro “A Crítica da Razão Pura”, nos contempla com uma profunda análise moral e distintiva de desejo e vontade; e  nos convida à reflexão sobre as nossas escolhas. Estudando-se  ética – no contexto histórico de antropologia sociológica – não impossível antever a influência negativa das sociedades atuais que, através de padrões delimitados na importância da personalidade, vêm modelando a conduta humana de maneira cada vez mais egoísta, reativa e intolerante,  o que influencia  de modo decisivo as nossas escolhas.Desejo é tudo o que emerge do pensamento à ação sem que se possa controlar.É o impulso instintivo, é a avidez pelo prazer das sensações. Vontade é a ação regulada pela razão, o que independe do desejo, ou seja, é o uso da razão para deliberar escolhas. Diferente de desejo, vontade é o saber materializado em conduta. É tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. A demarcação entre a vida boa e a vida ruim está no descolamento entre a racionalidade e o impulso de desejo, ou seja, entre a vontade e o desejo. A vontade percebe que, apesar do desejo, é ossível viver na contramão dos instintos. A isso chamamos liberdade, que é a soberania da competência deliberativa sobre as próprias inclinações. Sou livre quando, ao flagrar meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.A moral não é um vigiar castrador, mas é  um olhar sobre si mesmo.É um lugar na mente onde a reflexão impõe os limites que imperam a conduta. Porém, basta não conhecer as próprias fraquezas para se tornar escravo dos apetites que possui. E, o  que difere o homem dos outros animais é a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclinações, aproxima-se do mundo animal, mas aquele que age pela via da razão aproxima-se de sua destinação moral.Ao se entender a felicidade como acúmulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biológico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres exigirão satisfação.A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos decorrentes da saciação dos apetites resulta em adoecimento físico e/ou psicológico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a saciação de desejos não representa um estado real de felicidade ao longo do tempo. É o sentimento de total insatisfação que tende a levar o homem à busca e compreensão de si mesmo. Liberto da prisão de apetites que o fazem sofrer, ele então livre se vê para buscar o aprendizado virtuoso fundamentado na razão.Razão inclinada ao aprendizado ético-moral produz, como consequencia, equilíbrio e serenidade; e, num mundo caótico, caracterizado pela competição em busca de euforia e satisfação de apetites perturbadores, não seriam o equilíbrio e a serenidade a própria felicidade?!

Reflitamos!

quinta-feira, 27 de julho de 2017


Poemas





O QUE É O AMOR VERDADEIRO






Algumas pessoas pensam que encontrar um amor verdadeiro é encontrar uma pessoa perfeita, que saiu dos seus sonhos e se  encaixa perfeitamente em todas as áreas da sua vida.
 Esse é um grande erro e a principal explicação para o fim da maior parte dos relacionamentos.
Um amor verdadeiro é aquele que sobrevive ao  tempo.
É ter ao lado uma pessoa que conhece todas as nossas imperfeições e  manias, mas,continua nos amando do mesmo jeito.
É verificar que existem algumas incompatibilidades e alguns gostos completamente diferentes, mas estar disposto a fazer alguns sacrifícios  e para agradar a outra.
É enfrentar os desafios e as dificuldades de mãos dadas, porque quem ama de verdade sabe que os dois juntos serão muito mais fortes.


POEMAS





Meu amor,
Eu não consigo mensurar todo o amor que sinto por você. É difícil medir algo imensurável, eu só posso dizer que você é a coisa mais preciosa da minha vida.
Eu quero que você seja meu e fique para sempre comigo, pois você me completa.
 Sem o seu amor, eu me sentiria perdida e confusa.
Hoje eu sei que ninguém mais pode significar tanto para mim quanto você.
Eu te amo do fundo do meu coração!

Agora, não dá para retroceder  no tempo.

Poemas



O resto da minha vida 



Não sei o que  posso lhe dizer.
A não ser que eu consigo   me imaginar passando o resto da minha vida a seu lado.
Sei que isso parece uma coisa meio louca, mas nunca tive tanta certeza a respeito de alguma coisa em minha vida.
 E, se você me der uma chance – se você nos dermos uma chance , vou viver o resto da minha vida tentando provar  a você que tomamos a decisão certa.
Eu amei você no  primeiro instante!

 Não somente por ser quem você é, mas pela maneira como você me faz pensar no que nós poderemos ser.

Poemas

A EFEMERIDADE DO TEMPO



 Preciso de um tempo!
 Mesmo que não  haja tempo, de se dar  tempo.
Não sei qual o seu tempo!
Será ele   igual ao meu tempo?
Mesmo assim preciso de tempo!
Saudades  do tempo,que não precisava de ter tempo.
Já faz tanto tempo!
Viajei pelo tempo e... não  soube usar esse tempo.
Eu me  perdi no tempo.
Que faço agora com esse tempo?
 Nem sei se terei tempo!
Quanto me resta de tempo?
Preciso de tempo!
O  tempo é efêmero e se esvai.

Sem  me dar tempo que o  tempo requer.

POEMAS


ESPELHO REVELADOR   


Acordo,faço minha higiene matinal.Olho-me no espelho. Olho mesmo!
 Que  constato? Um espectro de mulher!
Quem  é essa mulher que o espelho reflete?
Uma  nova ou uma velha mulher ? Reflito .Olho outra vez.
Quem  é essa mulher que o espelho reflete?
Não é  mais aquela  destemida de tudo! Que é o tudo?
Olho para ela. Onde  parou sua vida?
Não penso nos problemas superados.Superados? Como?
Se  ainda sofro por eles ? Contento-me com migalhas de carinho .
Fragmentos  .Mereço isto? Não! Permito!Olho outra vez .
 Quem  é essa mulher que o espelho reflete?
Esta será  outra mulher.Uma nova mulher.
Mais auto-suficiente.Menos carente ( adjetivo descartado de  meu repertório de palavras para sempre).
Menos confiante ! Não auto-confiante. Não farei     concessões!
Outra  vez olho-me  no espelho.
O passado será sepultado .
Renasce outra mulher!Nem nova ,nem velha ,apenas uma outra.
Que  não vai implorar um  amor! Migalhas de carinho.
Tudo  está consumado como disse Jesus na Cruz!






POEMAS


Não sei o que  posso lhe dizer, a não ser que eu consigo  mais me imaginar sem você.
Sei que isso parece uma coisa meio louca.
Mas, nunca tive tanta certeza a respeito de alguma coisa em minha vida!
 E, se você me der uma chance – se nos dermos uma chance, vou viver o resto da minha vida tentando provar  a você que tomamos a decisão certa.
Eu me encantei com  você no  primeiro instante!
 Utopia?
Sonho?
Mas, não somente por ser quem você  é.
Mas pela maneira como você me faz feliz!
E, pensar no que nós poderemos ser.
Muito felizes!


Revisitando o Passado

Mexendo em meus arquivos,encontro alguns textos.Este é um dos que me trazem saudade.
BOM DIA, MINHA  IRMÃ MARLI CAPP
Um bom dia cheio de Paz e de Luz! Creio que chegou a  hora  de lhe escrever uma carta para dizer o quanto você é importante na minha história e na trajetória da minha identidade!
Você foi a primeira pessoa a me receber de braços abertos quando cheguei a Cabo Frio. Você foi alguém que confiou em mim e continua confiando incondicionalmente. Por quê?Porque aí dentro de você existe um site conectado com a bondade e com o bem. A você lhe é permitido fazer determinado tipo de leitura, a que outra pessoa comum não faria, nem mesmo aqueles que se dizem vivendo  inteiramente da  vontade de Deus. Talvez você ainda não tenha se dado conta disso, mas em algum momento de sua trajetória de vida isso ficará muito claro para você. Você já reparou que em momentos difíceis estamos sempre perto uma da outra?
Você se lembra do sonho que tive onde Deus me dizia que você era nosso  anjo da guarda?
Não tenho dúvidas disso. Você é aquela que abre portas para o bem poder acontecer. Você pode entrar em conflito com as pessoas,mas a sua capacidade de perdoar e não detoná-las é muito grande.Maior que o Universo.Creia: você é alguém muito especial para Deus! Por meio de você ELE tem conseguido fazer coisas incríveis.
Estou feliz por você estar feliz!Acho que 2002 vai ser o seu ano!O momento de revelar todo o potencial que você traz dentro de si. Por isso,não permita que NADA, nem ninguém ,apague essa luz que flui de seus olhos,de seu sorriso,de seu empenho.
Obrigada, pela sua amizade incondicional!Obrigada por confiar sempre em mim!Tenha certeza de que nunca esquecerei o bem que você fez a muito  gente até aqui.Saiba que estarei sempre por perto em qualquer situação. Você é a Paz que nos visita! Um sorriso nos lábios da vida! Gente Da melhor qualidade!
Você é amiga, solidária, leal, honesta, compreensiva, companheira, uma bênção para quem possa conviver com você. Feliz que quem desfruta da sua amizade!Você é incapaz de fazer o mal. Por isso, tenho certeza de que Deus a cobrirá com seu manto protetor impedindo-a de sofrer. Chega de renúncia amiga! Parabéns pela sua existência! Parabéns  pela sua ingenuidade que muitas vezes fica escondida pela sua competência profissional.Sua capacidade afetiva se sobrepõe a tudo!Você  merece toda felicidade que o Pai possa dar aos seus filhos e dentre esses filhos ,você é uma de suas prediletas.
Abraços da sua irmã em Cristo.Irmã Tânia Regina  de Araújo       24\12\2001               

terça-feira, 1 de outubro de 2013

APRENDER A DIZER NÃO

         Nessas longas noites, que passo acordada, o sono chega, porém, não durmo nem com medicamentos! Coloco então, alguma leitura em dia, para suportar o passar das horas. E, como é demorado esse decorrer das horas! Leio, enquanto aguardo que o cansaço se sobreponha à dor, e eu consiga dormir. 

APRENDER  A DIZER NÃO 

 Este texto é um breve resumo de um dos textos publicados na revista Psicanálise, cujo título é: APRENDER A DIZER NÃO.
O “não” é uma palavra pequenina, mas, tem uma conotação difícil de ser entendida, apreendida e aprendida ou até mesmo de ser pronunciada A dificuldade está relacionada à importância que damos à opinião dos outros, sobre o que pensam  de nós.
Os motivos que nos levam à dificuldade mencionada são  inúmeros. Vamos  considerar alguns :
·       palavra pequena, e , carrega uma carga emocional tão forte, que, muitas vezes nos impede de pronunciá-la.
·       tamanha dificuldade está relacionada à importância que damos a opinião alheia, porque “o não” implica muitas vezes, em desagradar o outro;
·       essa dificuldade está relacionada à preocupação que temos com nossa imagem pessoal, pois cremos que as pessoas que concordam com tudo, são mais queridas e amadas, e, que nunca dizem “não”;
·       ninguém gosta de ser taxado de egoísta, chato, “desmancha prazeres”, intransigente entre outros tantos adjetivos, aí, consideramos que o melhor caminho a ser adotado, é dizer “amém” a tudo e a todos;
·       criamos o hábito e a dificuldade do “não”, ainda na infância, quando pais e professores nos ensinam o que é certo ou errado;
·       na infância, nossa liberdade é muito limitada, pois, temos que seguir regras e normas, sem entendê-las;
·       quando crianças, aprendemos que devemos manter o quarto arrumado, os brinquedos no lugar certo, o material escolar impecável, mesmo contra nossa vontade,
-uma ação mecânica. Se não atendermos às recomendações que nos empurram “goela abaixo”, seremos rejeitados e menos amados, e, desejamos ser amados e aceitos, por isso obedecemos. E, aceitamos tudo o que nos é imposto; (não brigar com os irmãos, comer verduras, tirar boas notas ser sempre educado, etc., etc...);
·       ensinam-nos ainda, que, “Papai do Céu” não gosta de criança assim, o que nos leva a temê-lo e não somente a amá-lo;
·       a grande dificuldade que encontramos em negar alguma coisa alguém reside na culpa[1] que carregamos por toda a vida;
·       tememos ainda, que o outro seja agressivo, fique zangado ou até mesmo decepcionado conosco;
- essa visão negativa do “não” é imaginária, associada a alguma experiência do passado, o que nos leva a concluir, que, o caminho mais correto será dizer “sim” a tudo;
·       com o amadurecimento, alguns aprendem a dizer o “não”- e, a lidar melhor com essas experiências, aprendendo que podemos expor nossos pensamentos, recusando-nos a aceitar a tal culpa;
·       em nossas relações sociais, em casa ou no trabalho, quando dizemos “sim “a tudo”“, podemos nos sobrecarregar de afazeres;
·       a dificuldade de dizer “não”, em alguns momentos, pode nos levar a frustações por acabarmos fazendo algo que não queremos, ou sermos magoados por nos sentirmos explorados;
·       quando ficamos sobrecarregados de afazeres, geralmente na lista de pendências e obrigações com afazeres que não fariam parte delas (por não termos dito “não”), aumenta e, assim, deixamos de ser eficientes porque, não conseguimos fazer ou realizar o que planejávamos;
·       quando não conseguimos concretizar aquilo que prometemos, as pessoas que nos pediram para executar alguma tarefa podem se prejudicar, daí ser e, corremos o risco de realizarmos as coisas com má vontade, o que significa o risco de fazê-la mal feita;
·       O “Sim” e o “Não” são conceitos interligados e permanentes em nossa vida, dependendo um do outro, ajudando ou prejudicando o outro.
DICAS PARA APRENDER A DIZER “NÃO”.
- Nunca inicie a frase com o “não”.
- Utilize argumentos simples e objetivos ao dizer o “não”.
-Não demonstre desconforto ou constrangimento ao pronunciá-lo.
- Quando possível, deixe a ideia de que, em outras circunstâncias, você poderia dizer “sim”, mas que no momento é impossível.
- Após a negativa, continue tratando a outra pessoa da mesma forma que antes.
- Não se irrite quando esses pedidos forem absurdos. Dizer um “não” limpo e de forma tranquila sempre é uma atitude recebida com respeito.
FRASES QUE PODEM SER UTILIZADAS:
“Eu não posso me comprometer com isso. No momento tenho outras prioridades”.
“Agora não é uma boa hora, estou no meio de um trabalho. Que tal depois?”
-”Eu adoraria fazer isso, mas...”.
“Deixe-me pensar sobre isso antes. Volto a falar com você.”
“Isso não atende às minhas necessidades”.
“Eu não sou a melhor pessoa para ajudar nisso. Por que não tentar X?”
“Não, eu não posso.”

Espero  ter contribuído para que você reflita sobre o assunto.




[1] -a culpa é um sentimento pesado que nos deixa chateados e até deprimidos  


sábado, 24 de agosto de 2013

Participação no Fórum



A menina que calou o mundo por 5 minutos - Legendado






 Lição 8.

Plano de Aula

Conteúdo: Projeção do filme: A menina que calou o mundo por cinco minutos.

Objetivo Geral: Conscientizar as pessoas da sua responsabilidade social com o mundo,

Objetivo Específico: Refletir sobre o exemplo que estamos transmitindo aos nossos filhos e descendentes.

Atividade: Discussão sobre o tema apresentado no vídeo.

Recursos: Datashow, conversa informal.

Avaliação: Fazer uma listagem das situações narradas pela menina que revelam a capacidade de destruição do homem.

A Nova Mídia Digital (Scribd.)
































                                           Planejamento de Aula

Conteúdo: A Contribuição das Novas Mídias Digital para a Educação

Objetivo Geral:Reconhecer o papel das diversas mídias de comunicação na construção do conhecimento.
Objetivo Específico: 

Recursos: Computador, Data Show, conexão de  internet,materiais diversos para dramatização
Avaliação:  Apresentação oral do trabalho realizado pelo aluno.

Tarefa da Professora Jaqueline Godinho


segunda-feira, 22 de julho de 2013

LEITURA E ANÁLISE DE TEXTOS


   
A análise de texto significa estudar, decompor, dissecar e dividir para interpretá-lo. Cada parte do texto deve ser analisada, buscando-se os elementos chaves do autor e a relação entre as partes constituintes. A decomposição dos elementos essenciais e a sua classificação nos leva até a ideia-chave, que é o conjunto de ideais mais precisas.
O objetivo da análise do texto é: aprender a ler, a ver, a escolher o mais importante dentro do texto e familiarizar-se com os termos técnicos, ideias, etc.; hierarquizar o conteúdo do texto; perceber que as ideias se relacionam e, identificar as conclusões e as bases que as sustentam.
 Partes da análise do texto:
(a)     dos elementos constituintes básicos,
(b)     das relações entre esses elementos,
(c)     da estrutura do texto.
Tipos de análise do texto:

 
 



TEXTUAL: breve explicação do professor com a primeira leitura pelo aluno. Sucessivas leituras permitirão a identificação  de palavras e parágrafos chaves. O significado das palavras desconhecidas, assim como termos técnicos é procurado no dicionário.
TEMÁTICA: é individual. Permite maior compreensão do texto, a associação de idéias do autor com as preexistentes no conhecimento do estudante. Avaliação da coerência interna do texto. Elaboração do resumo para discussão em sala de aula.
PROBLEMATIZAÇÃO: Atividade em grupo. As questões implícitas e explícitas no texto são levantadas e debatidas.
CONCLUSÃO PESSOAL: Individual. Reelaboração do que foi entendido do texto, resultando num resumo próprio que também uma crítica e reflexão pessoal.
A leitura do texto deve incluir várias leituras:
  • Primeira: serve  para organizar o texto na mente do aluno.
  • Segunda: Sublinhar as idéias principais  e as palavras-chaves (COM DOIS GRIFOS).
            Os trechos mais importantes da idéia desenvolvida são assinalados no texto com uma linha vertical na margem. O que consideramos passível de crítica, objeto  de reparo ou insustentável dentro do raciocínio desenvolvido, destacamos com um ponto de interrogação (?).
Assuntos ou palavras-chaves distintas no texto (assuntos secundários) podem ser grifados com cores diferentes.
A elaboração de um ESQUEMA:
Após várias leituras, com o auxílio de dicionários, torna-se mais fácil à elaboração de um esquema. Trabalhamos então com a hierarquização das palavras-chaves, frases e parágrafos importantes, ligando as idéias sucessivas dos raciocínios desenvolvido pelo autor. A elaboração de um resumo envolve um sentido mais completo entre os parágrafos,  indicam mais do que um tópico, mas são condensados para a apresentação. O resumo facilita o trabalho de captar, analisar, relacionar, fixar e integrar aquilo que se está estudando, e serve  para fixar e expor o assunto, inclusive numa prova.
EXEMPLO DE ESQUEMA E RESUMO:
ANDRADE, Manoel Correia de. Geografia, Ciência da Sociedade: uma introdução “a análise do pensamento geográfico. São Paulo. Ed. Atlas, 1987. p.11-19”.
ESQUEMA:
1. A Geografia como ciência.
1.1              O que é Geografia.
1.2              A Geografia e o problema da interdisciplinaridade.
1.3              A unidade e a diversidade em Geografia.
1.4              O caráter social da ciência geográfica
PALAVRAS-CHAVE: Geografia. Ciência. Positivistas. Conhecimento geográfico. Sociedade. Natureza. Objeto da Geografia. Ratzel. Reclus. Espaço vital. Luta de Classes. Geografia dos exploradores, vulgar e das universidades. Neopositivistas. Matemática Regional. Geografia Crítica ou Radical. Formação econômica-social. Interdisciplinaridade. Diversidade. Sociologia. Antropologia. Economia Política. Psicologia. Etnologia. História. Geologia. Pedologia. Mineralogia. Hidrologia. Meteorologia. Astronomia. Oceanografia. Técnicas Cartográficas e Estatísticas. Ramos do Conhecimento e especializações da Geografia. Geografia Física. Geografia Humana. Especialização. Ciência Social.
EXEMPLO DE RESUMO:
“Parte do conhecimento geográfico foi organizado a partir do século XIX em ciência geográfica, aos moldes da divisão positivista da ciência”. Naquele momento, a Geografia limitou-se a descrever a superfície da Terra e prestou serviços ao expansionismo colonial.
No século XX passou a significar a ciência que estudava a distribuição dos fenômenos físicos, biológicos e humanos na superfície da Terra e, posteriormente, adotou técnicas quantitativas (matemáticas e estatísticas) e serviu a governos, por vezes, autoritários. Mais recentemente, ela busca estudar as relações existentes entre a Sociedade e a Natureza, utilizando categorias dialéticas e marxistas.
A análise da ação da sociedade no espaço requer conhecimento das seguintes áreas: Sociologia, Antropologia, Economia Política, Psicologia, Etnologia, Geologia, Pedologia, Mineralogia, Hidrologia, Meteorologia, Astronomia e Oceanografia.


As especializações do conhecimento geográfico e a tendência que vem ocorrendo estão levando a Geomorfologia, a Hidrografia, Climatologia, Biogeografia e a Geografia Política a se transformarem em ciências autônomas. O aumento do conhecimento da ciência geográfica e a tendência à subdivisão levaram às especializações, e como consequência, à quebra da unidade da Geografia. A preocupação dos geógrafos, atualmente, é reverter  esta divisão, e a da Geografia Humana e Geografia Física, através da explicação da organização espacial das formações econômico-sociais-sociais (Sociedade e Natureza). “O autor concebe a Geografia como uma ciência social  por esta estudar a relação entre a Sociedade e a Natureza na construção do espaço, podendo esta ciência auxiliar nas formas dessa relação”. (CARVALHO, M. S.)
 (Observe quantas palavras-chaves foram utilizadas!).
 FICHAMENTO E RESUMOS.
Ao iniciarmos uma pesquisa, uma das primeiras atividades a ser realizada, após a escolha do tema, é a pesquisa bibliográfica e a elaboração de fichas e resumos. De acordo com LAKATOS & MARCONI (1990, p. 43), a PESQUISA BIBLIOGRÁFICA compreende oito fases distintas:
escolha  do tema;
  • elaboração do plano de trabalho;
  • identificação;
  • localização;
  • compilação;
  • fichamento;
  • análise e interpretação;
  • redação.
 As fichas devem conter cabeçalho, referência bibliográfica e o texto em si.
O fichamento NÃO É:
         um sumário ou índice do livro ou  texto. Ele é redação sucinta das ideias do texto.
         uma transcrição de parte ou do texto. Ele é uma interpretação que o leitor faz da obra e, por isso, redigida com suas próprias palavras.
         Ele, porém, apresenta mais informações do que a ficha bibliográfica.
Muitos professores confundem o fichamento com resumos e análises de textos, passando aos alunos uma ideia equivocada. O sistema de fichamentos foi criado pelo Abade Rozier, da Academia Francesa de Ciências no século XVII e atualmente  você pode escolher entre vários tipos de fichas de tamanhos diferentes. No cabeçalho deve constar o tema de interesses da pesquisa.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA E BIBLIOGRAFIA:
A referência bibliográfica é a identificação do texto analisado de acordo com as normas da ABNT (podendo vir como o conhecido pé de página ou no final do texto, antes da bibliografia).
Na Biblioteca Central da UEL existe pessoal especializado para orientação no setor de Referência.
A Referência Bibliográfica é diferente da Bibliografia. Se eu cito algum autor no meu texto, eu tenho de fazer também a referência bibliográfica. A Bibliografia sempre deve constar num trabalho, pois é muito difícil se fazer um trabalho de pesquisa sem ter consultado artigos e livros escritos por autores.
NÃO SE ESQUEÇA: Se você quiser reproduzir um trecho do texto analisado, deve colocá-lo entre aspas (““) seguidas das informações da obra citada: ano e página. Em alguns editores de texto há até o estilo de citação. Mas atenção, "copiar" um texto de outro autor e não dizer que é uma citação, é considerado fraude, plágio e é crime. Nada desmerece o seu trabalho se você citar alguém. Pelo contrário, demonstra que você pesquisou e fez um bom trabalho.
RESUMOS.
Ao se fazer um resumo buscamos apresentar, de maneira enxuta, destacando os elementos de maior importância o que o autor escreveu no texto.
Segundo LAKATOS & MARCONI (1990, p.67), várias leituras são necessárias para a elaboração do RESUMO. Na primeira leitura fazemos um esboço, tentado perceber o plano geral da obra e o seu desenvolvimento. Na segunda leitura devemos responder a seguinte pergunta: De que trata o texto? Qual é a sua ideia central?
Na terceira leitura identificamos as partes principais do texto, ao compreendermos as ideias descritas já identificamos as diferentes partes que o compõem.
Aplicando a técnica de análise de texto, identificamos as palavras-chaves e os parágrafos chaves.
BIBLIOGRAFIA: Este exemplo é de como eu disponho corretamente a bibliografia que usei para fazer este meu texto,  no caso, um livro de duas autoras. Quando é um artigo num boletim ou num livro, a ordem é diferente.
É bom ter a seguinte ordem quando é um livro:
SOBRENOME do Autor, nome e outros autores. Dê dois espaços e entre com a edição no caso de não ser a 1ª. Segue o  título do livro em destaque (negrito ou sublinhado).
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade.  2ª ed. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas,  1990.
Continuando, entra-se com o nome da cidade onde foi feita a publicação. Nome da Editora. Número da edição. Ano da publicação.
Não é obrigatório, mas pode-se acrescentar o número total de páginas do livro. É muito útil quando se quer pedir a xerox de material esgotado através do COMUT (procure saber o que é na Biblioteca de sua cidade ou Universidade).
Glossário:
Palavras Chaves: Definem o(s) tema(s) do artigo. Pode-se usar até 5.



quarta-feira, 10 de julho de 2013

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

O QUE É SABER NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO ?




O QUE É SABER LER NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO?
                                                                                        Texto de Jayme T. Filho
·       Qual a importância do ato de ler nos dias atuais?
·       Qual o valor que  o “saber ler” agrega na nossa vida pessoal e profissional?
·       O que é “saber ler” na "sociedade do conhecimento"?
·       Seremos ainda capazes de "ler" , quando textos são cada vez mais "hipertextos" e os contextos cada vez mais globalizados?
·       Enfim, numa era cada vez mais de imagens, ainda faz sentido ler?
Essas questões estão presentes na ideia de "sociedade do conhecimento".
A ONU emprega um conceito de "analfabetismo" que vem ao encontro dessas questões.O "iletrado" (ou analfabeto) não é aquele que simplesmente não sabe ler e escrever,mas sim,  aquele que não domina a sua linguagem, o seu idioma, o suficiente para:
1.     ler os manuais  de funcionamento das ferramentas de seu ofício, e entender suas instruções e ,assim poder atuar como trabalhador produtivo.
2.      entender seus direitos e deveres na sociedade em que vive, e  viver como cidadão.

Nessa visão, o "saber ler" na sociedade do conhecimento em que vivemos é poder se posicionar no mercado de "trabalhadores do conhecimento" e garantir conscientemente seus direitos políticos numa sociedade interconectada.      O acesso a esse mercado de trabalho e a essa rede de relações já é em si um problema, principalmente nos países periféricos. Mas a decifração dos conteúdos que fluem nessa rede global passa pelo domínio de uma nova linguagem (não apenas o Português ou o Inglês), instrumentada por novas ferramentas (que não mais só a do lápis e papel) e construída com novas técnicas (já de hipertexto, e não mais apenas do fraseado linear).
Adilson Citelli in: (O Texto Argumentativo, São Paulo: Editora Scipione, 1994) defende que as palavras se tornam ações com objetivos práticos. A linguagem assim seria uma forma de ação.Para Cittelli, em sociedades abertas , em regimes não-ditatoriais, a luta entre interesses de diferentes indivíduos, grupos e classes se dá também pelo uso da linguagem argumentativa. Daí podermos depreender que saber perguntar e saber argumentar ajudam, em certo nível, a defender os próprios interesses, a própria cidadania. Os discursos, os argumentos e as respostas podem igualmente esclarecer ou confundir, explicar ou mascarar, libertar ou oprimir.
Será ainda verdade que dominar a linguagem é dominar o mundo?
Num artigo apresentado no Congresso Brasileiro de Leitura, em 1981, Paulo Freire defendia a importância da compreensão crítica do ato de ler, que para ele não se esgota na decodificação pura da palavra escrita, "mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo" (A Importância do Ato de Ler, São Paulo: Editora Cortez, 1999, 38a. edição). Para Freire, a leitura do mundo precede a leitura da palavra, e por isso a leitura da palavra não pode prescindir da contínua leitura do mundo. Para "saber ler" é preciso então perceber as relações entre texto e contexto.
Mas, quando é mesmo que desenvolvemos esse "saber ler"?
 Em "O Desaparecimento da Infância" (Rio de Janeiro: Graphia, 1999), Neil Postman mostra que a infância, da forma como a conhecemos, não existiu sempre e talvez esteja desaparecendo. O lugar no tempo de vida reservado ao aprendizado da complexa simbologia necessária ao entendimento do mundo - a infância - está sendo substituído, reduzido, tornado obsoleto. A cada geração, ou menos, as crianças dominam mais cedo os códigos dos adultos. Se antes eram necessários vários anos de "educação" para dar acesso a uma pessoa ao acervo cultural da sociedade, hoje esse acervo é cada vez mais acessível - em várias formas simplificadas, mediadas, "hiperlinkadas" - às pessoas em idades cada vez mais precoces.Postman não está sozinho em chamar a atenção para os impactos da mídia na educação e das transformações sociais que vem provocando.
 Giovanni Sartori (Homo Videns: Televisão e Pós-pensamento, Lisboa: Terramar, 1999) argumenta que estamos imersos em um universo multimídia - televisão, Internet, etc. - caracterizado pelo "telever" e pelo "videoviver".
 Para Sartori, estamos nos transformando de Homo Sapiens, produto da cultura escrita, em Homo Videns, num mundo em que a palavra é destronada pela imagem.
 E mais: a "videocriança" está sendo criada pelo telever, à frente da TV ou do PC, ainda antes de saber ler e escrever.